Porque eu não tenho mesmo do que reclamar.
Enquanto o céu fica cinzo, dentro e fora de mim, e eu tento arrumar a bagunça que me tem dominado, sempre tem alguém para me tirar do meu retiro e me mostrar que eu não estou sozinha. Até [e principalmente] quando eu penso [que estou] ou me sinto só. Sempre tem alguém para mostrar, por a+b, que a minha solitude é interna, e quase sempre independente do que está fora de mim. São as minhas reflexões que me fazem sensível, são as minhas divagações que me fazem completa. É só o meu egoísmo o que me faz solidária e amiga. Tudo o que vem volta. Premissa física bem prática na minha vida. E é também prática a minha vida.
Porque a minha sensibilidade é maior do que eu, reflete uma sensibilidade de dentro, que eu descubro no dia-a-dia, e quase sempre involuntariamente. E nada mais é do a sensibilidade da vida em relação ao que eu vivo.
Ganhei um quadro novo. (:
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| Casa de Santa Tereza - Rio de Janeiro/RJ (2010) |

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